Conectamos inovação e cuidado para facilitar sua jornada na saúde.
A Admedic existe para facilitar o dia a dia de todos que entram em contato conosco. Às vezes, isso significa explicar para uma paciente como funciona o processo de compra de um implante mamário. Outras vezes, é atender ao pedido urgente de um cirurgião, fornecendo material essencial para uma cirurgia prestes a começar.
Também apoiamos profissionais da saúde na escolha da melhor indicação de preenchedor ou um produto inovador para ajudar com a cicatrização, de acordo com a queixa específica de cada paciente.
Não estamos aqui apenas para vender — há muitas empresas com esse foco. Nosso compromisso é informar, auxiliar, esclarecer e apoiar pacientes, profissionais e instituições de saúde na busca pelas melhores soluções, com produtos seguros, eficazes e inovadores.
Se, ao final, te ajudarmos a encontrar o produto ideal por um preço competitivo — seja conosco ou com outra empresa — teremos cumprido nossa missão. Te convidamos a explorar nossos artigos e desejamos uma ótima navegação!
Marcas Inovadoras
Descubra por quê essa marcas fazem parte do nosso portfolio de produtos inovadores!
A GCA® é comprometida com a segurança, bem estar e satisfação de médicos e pacientes. Aprenda alguns diferenciais do seu implantes e descubra por quê somos líder de mercado!
Os dispositivos médicos da Stratpharma – empresa Suíça referência em pesquisa e desenvolvimento de produtos a base de polímeros de gel de silicone para cicatrização – são sucesso global: os produtos da marca (Stratamed, Strataderm, Stratamark e Stratacel) são testados para comprovar sua eficácia e são considerados os melhores do mercado. É única linha de produtos para cicatrização clinicamente comprovada. Não à toa, o padrão ouro internacional. Invista em cuidados com a pele, compre produtos Stratpharma aqui na ADMEDIC.
O Croma é o maior fabricante de visco elásticos medicinais da Europa, tendo inaugurado uma moderna fábrica em 2018. A planta é 100% automatizada e possui área de 2.200m², sala limpa de 1.000 m² e capacidade de produção de 5000 seringas por hora.
A Promni é orgulhosamente Brasileira e é referência em diversos produtos de silicone. Aqui na ADMEDIC nós distribuímos toda linha voltada a cirurgia plástica, especialmente os produtos para cicatrização.
A segurança na cirurgia de prótese de mama depende diretamente do controle de bactérias e da prevenção de biofilme na superfície do implante. Este artigo explica, em linguagem acessível para leigos e cirurgiões plásticos, o 14-Point Plan de Adams e Deva, que reduz contratura capsular, infecção e risco de BIA‑ALCL. Com destaque especial para o ponto 9, mostramos como minimizar a contaminação pela pele na hora da inserção do implante e o papel do funil de inserção hydrocone® como barreira eficaz entre a pele e o implante.
Guia em 10 passos, com critérios técnicos e perguntas práticas, para escolher implante mamário com mais segurança, rastreabilidade e previsibilidade de resultado.
A cola cirúrgica Exofin® e Exofin Fusion® representa uma evolução no fechamento de pele, oferecendo mais segurança, conforto, proteção antimicrobiana e excelente resultado estético. Conheça os diferenciais dessa tecnologia e sua disponibilidade rápida em todo o Rio Grande do Sul através da Admedic Produtos Inovadores.
Fio farpado é um tipo de fio de sutura com pequenas farpas que se prendem aos tecidos, proporcionando firmeza, estabilidade e sustentação sem a necessidade de nós.
A cirurgia de implante de silicone é uma das mais procuradas pelas mulheres em todo o mundo. Neste artigo vamos falar sobre estar preparado e saber como proceder caso isso ocorra.
Aprenda a usar esse avançado tratamento para cicatrização.
Neste artigo voce vai conhecer detalhes e os diferencias desse produto além de aprender o passo a passo para ter o melhor resultado!
O Hydrocone é um dispositivo de inserção de implantes desenvolvido pela GC Aesthetics, projetado para tornar o procedimento mais ágil, com menor manipulação direta e redução de riscos.
Ele funciona como um “funil” estéril e descartável que transporta a prótese desde a embalagem até o sítio cirúrgico, utilizando uma técnica de minimal-touch - ou seja, com contato reduzido entre a prótese e a pele ou instrumentos.
Mais eficiência para o cirurgião. Mais segurança para a paciente.
A cicatrização é um processo crucial para a recuperação da pele após lesões ou procedimentos cirúrgicos. O artigo "Cicatrização Avançada: Stratamed, Strataderm e as Soluções de Silicone que Estão Revolucionando o Cuidado com a Pele" examina como as tecnologias modernas têm revolucionado a cicatrização e fechamento de feridas.
A Revista ADMEDIC é o espaço de conteúdo especializado em cirurgia plástica, saúde feminina, reconstrução mamária, autoestima, estética e bem-estar. Aqui você encontra artigos atualizados, baseados em evidências, pensados tanto para médicos quanto para pacientes que buscam informação confiável sobre implantes mamários, mamoplastias, tecnologias médicas e cuidados integrados com a saúde.
A Revista ADMEDIC reúne conteúdos atualizados sobre cirurgia plástica, reconstrução mamária, saúde feminina, autoestima, estética e bem-estar. Nosso objetivo é oferecer informação clara, responsável e baseada em evidências científicas, ajudando médicos, pacientes e profissionais da saúde a tomarem decisões mais seguras e conscientes.
Aqui você encontra artigos sobre implantes mamários, mastopexia, mamoplastia redutora, reconstrução mamária após câncer de mama, novidades em tecnologias médicas, cuidados no pré e pós-operatório, além de reflexões sobre o impacto emocional e psicológico das cirurgias plásticas na autoestima feminina.
Navegue pelas categorias da Revista ADMEDIC, aprofunde seus conhecimentos e acompanhe as principais tendências em cirurgia plástica, saúde e inovação médica.
Uma socióloga que passou por uma mastectomia preventiva mergulhou em uma pesquisa profunda sobre o significado dos seios na sociedade moderna. O resultado revela como a hipersexualização do corpo feminino impacta autoestima, ansiedade e identidade de milhões de mulheres.
Dois dias antes de se submeter a uma mastectomia dupla, Sarah Thornton saiu para nadar.
Enquanto se trocava, ela olhou para os seus seios e agradeceu por eles estarem ali.
Ela pediu desculpas por não tê-los "amado o suficiente" e pediu perdão "por deixá-los irem".
Foram sete anos "estressantes e exaustivos" de exames médicos e biópsias.
Os médicos estavam preocupados com as suas "muitas células raras", como elas eram atípicas e se modificavam e como cada mamografia era diferente da anterior.
Com histórico familiar de câncer de mama, Thornton decidiu, em 2018, se submeter a uma cirurgia preventiva. Ele se sentiu "incrivelmente afortunada" por não ter desenvolvido a doença.
Após a intervenção e a reconstrução, ela sentiu um "desejo esmagador de entender os inúmeros significados e usos dos seios".
Thornton contou à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC, que, um dia antes da cirurgia, teve a sensação de estar perdendo algo muito importante, que ela não havia compreendido.
Com seus implantes, ela mergulhou em uma pesquisa que durou quatro anos e a levou a conversar com mais de 200 mulheres — "a maioria delas, especialistas nos seios, de diferentes pontos de vista".
Nas suas histórias, a acadêmica canadense procurava se aprofundar "nesta parte do nosso corpo que é relativamente incompreendida, menosprezada e hipersexualizada, ao ponto de que muitas mulheres se sentem meio que à margem dos seus próprios corpos".
Sua pesquisa a levou a muitos lugares, como clubes de strippers, consultórios de cirurgiões, bancos de leite e ateliês de design de sutiãs.
Crédito,Arquivo pessoal/Aya Brackett
'Tits up'
Da sua pesquisa, nasceu o livro Tits Up: What Our Beliefs About Breasts Reveal About Life, Love, Sex and Society ("Tetas para cima: o que nossas crenças sobre os seios revelam sobre a vida, o amor, o sexo e a sociedade", em tradução livre).
"Tetas para cima" é a tradução literal de tits up. Em inglês britânico, estas duas palavras juntas formam uma expressão usada para descrever uma situação desastrosa.
Mas a escritora descobriu que tits up também é uma expressão positiva, empregada por algumas mulheres nos Estados Unidos, para desejar boa sorte umas às outras.
"Trata-se de levantar os ombros e ir em busca do sucesso", explica ela.
"Você pode dizer isso, por exemplo, a uma CEO [diretora-executiva de uma companhia] antes de uma apresentação frente à diretoria da empresa ou aos seus funcionários.
"A socióloga escreveu livros de arte e foi pesquisadora e professora de várias instituições, como a Universidade de Sussex, no Reino Unido, e a Universidade da Califórnia em Berkeley, nos EUA.
Crédito,Linda Davidson/The Washington Post via Getty ImagesLegenda da foto,Thornton também escreveu os livros 'Sete Dias no Mundo da Arte' e '33 Artistas em 3 Atos'. Aqui, ela aparece na Galeria Hirshorn de Washington (EUA), ao lado de uma obra do artista Ernesto Neto, em 2014
Além de buscar os pontos de vista de mulheres e especialistas sobre os seios, estudos e literatura especializada, Thornton questionou sua própria visão.
"Senti que havia dois aspectos", ela conta. "Um era que os meus peitos atraíam a atenção masculina de uma forma que nem sempre eu desejava."
O outro tinha relação com o significado, em inglês informal, da palavra boobs, uma das mais populares (entre outras) para se referir aos seios. Este termo, segundo o Dicionário Cambridge, também pode significar "idiota" e "gafe".
A combinação de "peitos como idiotas e peitos como objetos de atenção não desejada" levou Thornton a sentir uma certa desconexão dos próprios seios.
Ao começar sua pesquisa, ela conta ter descoberto que 40% das mulheres do Ocidente não estão satisfeitas com seus seios.
"A principal cirurgia plástica praticada por mulheres de quase todas as culturas é a mamária. Por que gastamos tanto dinheiro para levantar, aumentar e encolher nossos seios?", questiona Thornton.
Sinal equivocado
A socióloga considera fundamental que as mulheres se sintam menos julgadas e pressionadas em relação aos seus seios.
"Existe uma terrível associação que ainda persiste em muitos lugares: que as adolescentes com seios grandes estão sexualmente disponíveis. Se você for uma adolescente com seios grandes, é mais provável que sofra assédio."
"A vinculação dos peitos com uma espécie de sinal de disponibilidade para os homens é um imenso problema para as jovenzinhas", lamenta ela.
Thornton conta que seus seios começaram a crescer com pouca idade. Isso fez com que ela se considerasse mais velha e ela não estava preparada para isso.
"Meu cérebro era de uma menina de 12 anos, eu era muito inocente, mas havia homens que me observavam como se eu tivesse 18", relembra ela.
"Isso pode gerar traumas", afirma Thornton, com conhecimento de causa.
Refúgio nos casacos de gola alta
Quando ela tinha 15 anos, o chef do restaurante onde trabalhava colocou as mãos nos seus seios.
"Um dia triste", escreveu Thornton no seu livro. "Uma humilhante iniciação à agressão sexual.
"Um ano depois, em uma festa de pijama na casa de uma amiga, outro homem fez o mesmo. Era meia-noite e aquelas mãos a despertaram. Era o namorado da irmã mais velha da sua amiga.
Aqui voltamos ao início desta reportagem — aos momentos vividos dois dias antes da mastectomia, que ela recorda com "profunda saudade", segundo conta à BBC.
Crédito,Getty ImagesLegenda da foto,Thornton conta no seu livro que, com 16 anos, sentiu que deveria 'enterrar' seus seios em casacos largos e de gola alta
Thornton se "reconciliou com a perda", mas confessa que não foi uma pessoa que valorizasse seus seios. E relembra suas experiências negativas durante a adolescência.
"Desde os 16 anos, eu adorava meus casacos de gola rolê, minhas camisas de gola alta, não me sentia livre para apreciar meu decote."
"Desde muito jovem, senti muita vergonha dos meus seios. Eu sentia que, se não fosse cuidadosa, eles poderiam me colocar em perigo", ela conta.
Depois que chegaram os filhos, Thornton confessa que a experiência de amamentá-los não foi fácil. Ela não desfrutou tanto como havia desejado.
Mas ela considera mágico o ato de amamentar, devido ao extraordinário vínculo de amor e nutrição que ele cria. E destaca que isso é fundamental.
"Considero que, de forma geral, nas Américas, os seios estão muito sexualizados", afirma Thornton."
Muitas pessoas acreditam, erroneamente, que as mulheres têm peitos para atrair os homens e a verdade é que, biologicamente e segundo a evolução, sua única razão é para alimentar os bebês."
Da realeza até Hollywood
Thornton destaca que a sexualização dos seios no Ocidente e a ideia de que eles "servem para atrair os homens" é recente.
Na Europa, esta noção remonta ao Renascimento, mais especificamente à França do século 15. Ela está relacionada ao auge do emprego de amas de leite, muitas delas camponesas, por parte da aristocracia.
Crédito,Sepia Times/Universal Images Group via Getty ImagesLegenda da foto,'Dama no banho' é um quadro de 1571 do artista renascentista francês François Clouet (c.1510-1572), pintor da corte francesa dos reis Francisco 1° (1494-1547), Henrique 2° (1519-1559) e Carlos 9° (1550-1574)
"Os reis da França transformaram os seios das suas amantes que nunca amamentaram em fetiche, já que elas tinham amas de leite que faziam isso no seu lugar", segundo a acadêmica.
"Só quando o peito não é usado para alimentar um bebê, ele pode se transformar em propriedade do marido ou amante."
Por isso, Thornton defende que, separado da sua função principal, o seio recebeu um aspecto erótico.
A associação dos seios como "fetiche", originária na França, se estendeu pela Europa até chegar aos Estados Unidos, onde Hollywood a transformou em um negócio.
A socióloga destaca que, depois da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), os seios se transformaram no "principal patrimônio" de atrizes lendárias, como Jayne Mansfield (1933-1967), Jane Russell (1921-2011) e Sophia Loren.
Crédito,Earl Leaf/Michael Ochs Archive via Getty ImagesLegenda da foto,Sophia Loren e Jayne Mansfield em uma festa organizada pelos estúdios Paramount para dar as boas-vindas a Hollywood à atriz italiana, em 1957
"Não é por acaso que Marilyn Monroe [1926-1962] foi a capa da primeira edição da revista Playboy, em 1953", relembra Thornton.
"À medida que ela crescia como atriz de Hollywood, seus seios se tornavam uma espécie de brincadeira e objeto sexual."
Crédito,Screen Archives via Getty ImagesLegenda da foto,Marilyn Monroe sentada na cama de um trem no filme 'Quanto Mais Quente Melhor' (1959)
Neste processo de sexualização, a socióloga destaca que o tamanho dos seios começou a ganhar cada vez mais importância, até se chegar, anos depois, à moda dos "seios turbinados".
Ela acredita que isso ocorreu, em parte, porque, no início dos anos 1960, dois cirurgiões americanos desenvolveram o primeiro implante mamário de silicone.
"Aquilo se tornou algo comum em Hollywood e, a partir dali, seu uso se ampliou para outros lugares, entre mulheres ricas e, depois, de classes menos abastadas", relembra Thornton.
Os direitos das mulheres
Thornton destaca que o movimento feminista foi fundamental para a criação da consciência sobre o corpo feminino.
"Acredito que a onda de feminismo que ocorreu nos anos 1970 e 1980 tenha se concentrado na parte inferior do corpo das mulheres, nas vaginas e nos úteros", segundo ela.
"A criminalização da violação foi uma conquista incrivelmente importante do movimento feminino naquela época", indica ela, bem como a promoção dos direitos reprodutivos.
Crédito,Bob Parent via Getty ImagesLegenda da foto,Em agosto de 1970, foi realizada uma marcha em Nova York, convocada pela Organização Nacional de Mulheres dos Estados Unidos. As participantes pediam igualdade de condições trabalhistas e assistência infantil gratuita.
"Mas também acredito no direito das mulheres sobre suas partes superiores, da cintura para cima", prossegue a socióloga.
"Acredito no direito de uma mulher de decidir ficar de topless na praia, usar ou não sutiã, amamentar ou não, reduzir, aumentar ou levantar os seios.
"Ou simplesmente não fazer nada com eles.
Em entrevista ao jornal britânico The Guardian, Thornton contou que, até começar a trabalhar no livro, não havia percebido que os mamilos masculinos estão "por toda parte", enquanto as mulheres tendem a se sentir incomodadas quando mostram os seus.
"Isso ocorre, em parte, porque existe essa noção de que os nossos peitos são principalmente objetos sexuais e não nos pertencem", destacou ela.
Esta ideia prejudica muitas mulheres, explica ela à BBC News Mundo.
"Nós, mulheres, podemos nos sentir excluídas pela sexualização dos nossos seios e isso nos dá a sensação de que eles não nos pertencem, que sua principal razão de ser não é a que nós lhes oferecemos. E isso ocorre, em parte, porque se dá muita importância à sua aparência."
Crédito,Getty ImagesLegenda da foto,Em 1962, foi realizada em Houston, no Texas (EUA), a primeira cirurgia de aumento mamárioutilizando implantes de silicone. A intervenção se expandiu pelos Estados Unidos e chegou aoutros países (foto genérica)
Para a pesquisadora, é fundamental que as mulheres se perguntem como elas se sentem em relação aos seus seios.
"Provavelmente, quando observamos nossos corpos no espelho, estamos olhando para nós com os olhos dos homens", explica ela. "Fomos treinadas para isso desde muito jovens."
Mas a questão não é apenas visual, segundo Thornton. Existe também o verbal.
Se perguntarmos, por exemplo, a um menino adolescente extrovertido formas de chamar os seios, ele poderá oferecer diversas palavras com "grande alegria".
"As mulheres não sentem essa alegria e, por isso, acredito que sentimos que nossos seios não nos pertencem, pois não os estamos definindo, não estamos assumindo o controle das conversas sobre eles e acabamos nos afastando deles."
Em outras partes do mundo
Thornton explorou outras culturas e concluiu que "os seios não são universalmente eróticos".
As evidências da antropologia indicam que a atração em relação aos seios ocorre em algumas culturas e não em outras.
"Em comunidades indígenas de clima tropical, onde as mulheres não usam roupa acima da cintura e amamentam abertamente, os seios pertencem aos bebês", escreveu ela no livro.
Crédito,Jim Heimann Collection via Getty ImagesLegenda da foto,Mulher japonesa vestida com quimono
A autora também menciona em sua obra uma comunidade no Máli que considera "antinatural" que os adultos se sintam sexualmente atraídos pelos peitos femininos.
"Estudos antropológicos da década de 1980 demonstram que diversas comunidades do sudeste da Ásia e da África consideravam o comportamento americano e europeu em relação aos seios como algo deturpado", ela conta.
"Na Ásia, de forma geral, os seios não foram sexualizados ao nível verificado no mundo ocidental. Se você observar fotos de beldades chinesas ou gueixas japonesas, verá que elas têm os peitos achatados."
Lição do Éden
Outro aspecto abordado pela acadêmica é como a religião influenciou a percepção dos nossos corpos.
"Mesmo se você for ateu, mesmo se não tiver visitado uma igreja há 20 anos", existe, segundo Thornton, uma ideia que influenciou a nossa compreensão do corpo feminino."
"O que Eva aprendeu no Jardim do Éden?", pergunta ela.
"Depois de reler, você percebe que o mais importante que ela aprendeu foi a cobrir o corpo, tampar seu 'corpo vergonhoso'. E me chama a atenção como isso foi interpretado de diversas formas."
Crédito,Jim Heimann Collection via Getty ImagesLegenda da foto,Pintura que mostra a expulsão do Éden na catedral de Speyer, na Alemanha
Thornton defende que, em muitas culturas, esta história significa que as mulheres devem cobrir não só a parte de baixo, mas também a de cima.
"Frequentemente, quando dou conferências, pergunto ao público: 'Quem é o homem topless mais famoso do mundo, pelo menos nas Américas e na Europa?'. Alguns dizem 'o David de Michelangelo' ou 'Arnold Schwarzenegger', entre outras respostas.
"E eu pergunto: 'Vocês não acreditam que seja Jesus Cristo?'"
"Entramos em tantos lugares, museus, igrejas, livrarias, bibliotecas e vemos o dorso desnudo de Jesus e é algo belo, é uma marca da sua humanidade, da sua universalidade, da sua autenticidade, é uma imagem sagrada", destaca ela.
"Mas, quando falamos das mulheres, nossas partes superiores são consideradas profanas."
Trata-se, segundo a acadêmica, de uma divisão muito profunda entre homens e mulheres. Se os peitos representam a feminilidade, mas são percebidos como profanos, "sempre irão nos situar como inferiores aos homens".
Outra forma de vê-los (e de nos vermos)
Thornton quer ajudar a eliminar a superficialidade com que os seios foram tratados de diversas formas.
"Eles são a fonte da comunicação humana", destaca ela.
"Por que somos sociáveis? Porque nossos bebês precisam de nós e nós deles. A comunicação que ocorre entre uma mãe e uma criança, para mim, é a essência da nossa humanidade."
"Qualquer mãe que esteja amamentando sabe que seus seios, seus mamilos, estão sintonizados com seu bebê", prossegue a escritora. "Que seu peito saberá quando o bebê tem fome antes que o seu cérebro."
Crédito,Fredy Builes via Getty ImagesLegenda da foto,As doações para os bancos de leite mantidos pelos hospitais ajudam os bebês cujas mães não conseguem amamentar, além das crianças que foram abandonadas
Além de fazer com que sua pesquisa ajude positivamente as mulheres a "recuperar" o significado dos seus seios e a "nos sentirmos melhor com a nossa metade superior", a socióloga também faz um convite.
"Em relação a muitas destas histórias da humanidade indicando que sempre estamos em guerra, que gostamos de adotar facções, que somos muito competitivos, eu digo que não, que esta é uma visão dos homens do que é a humanidade."
"Se você quiser observar uma alternativa, olhe para a maternidade, os peitos e a carinhosa colaboração que eles oferecem."
Sarah Thornton encerra a entrevista com um exemplo desta cooperação.
Quando uma mãe morre, sofre uma doença grave ou enfrenta problemas para amamentar, nas comunidades onde não havia leite de fórmula, outra mulher se oferecia para dar o peito a uma criança. Esta "bela" prática é universal e persiste até hoje.
No seu livro, Thornton nos apresenta Elysia. Ela foi vítima de abuso sexual e decidiu, muito antes do nascimento do seu filho, que não amamentaria para evitar que isso despertasse traumas do passado.
Além de extrair leite para o seu filho, ela doou centenas de litros para um banco de leite, ajudando a alimentar bebês prematuros.
"Observo meu leite como produto do amor", declarou a escritora.
"Não posso odiar meu corpo. Ele fez algo muito bom. Sou muito mais feliz no meu corpo agora, mesmo se ele for objetivamente menos atraente."
Esse espaço aqui está reservado pra você que gostaria de compartilhar sua experiência com outros clientes em potencial. Fique a vontade! Expresse o que gostou, o que acredita que pode melhorar e mais importante se vc recomendaria a experiência para alguém!
Teremos prazer em colocar tua avaliação e foto (opcional) nesse espaço!
Joana Fulana Conquistadora!
Sem dúvida, foi a melhor decisão que já tomei. Tenho implantes IMPLEO™ da Nagor de 360 cc e eles são super macios e simplesmente lindos. Nunca me senti tão feliz nem tão confiante de biquini.
Paola M
Estou muito satisfeita com a minha escolha! Primeiro, agradeço ao médico pela obra de arte que criou em mim! Confiei no conselho dele com relação à prótese e ao tamanho que ele sugeriu. Finalmente me sinto como uma mulher completa.
Margarita Focsa
Contato
Uma vida, muitas escolhas.
Realize seus sonhos!
Av. Iguassu, 485 - salas 203 e 205 - Petrópolis, Porto Alegre - Rio Grande do Sul, Brasil
8h30 as 18h30 - Segundas a Quintas.
8h30 as 17h - Sextas.
Fechado - Sábados, domingos e feriados.
MATERIAIS
Aqui você encontra informativos técnicos, científicos e comerciais sobre os nossos produtos.
Selecione uma categoria abaixo e clique no botão de download para o arquivo desejado .
Informativo para paciente - Seu corpo, sua decisão
Saiba mais sobre a cirurgia das mamas usando os implantes da GC Aesthetics. Neste PDF, você vai aprender um mais sobre a cirurgia da mama, bem como ler sobre a experiência de outras mulheres já realizaram seus sonhos!
The Round Collection™ by GCA - Implante Mamário Redondo Microtexturizado
✨A linha The Round Collection™ - Nosso implante mais utilizado em todo o mundo! Oferece uma variedade de opções para atender a diferentes corpos e preferências, promovendo conforto, equilíbrio e um formato mais ousado ou natural das mamas, de acordo com a sua preferência e alinhado como você deseja se sentir todos os dias daqui pra frente.
✨A linha PERLE™ é o nosso implante redondo liso opaco. Desenvolvido em alinhamento com as mais modernas diretrizes de segurança. Está disponível em uma variedade de volumes e projeções.
Experimente a Arte da Ciência com o nosso implante PERLE™
Impleo™ by GCA - Implante MAmário Redondo Texturizado
✨ Impleo™ é a linha de implantes texturizados da GC Aesthetics® (GCA). O produto foi projetado para proporcionar ótima adêrencia e naturalidade. É um implante com equilíbrio entre suavidade e estabilidade de forma.
Luna XT™ by GCA - Implante Mamário Anatômico Microtexturizado
✨ Luna XT™: Naturalidade, segurança e elegância em um só implante.
O único implante anatômico com certificação MDR, microtexturizado, com múltiplas projeções e garantia vitalícia.
🧡 Resultado natural
🧡 Excepcional para recontrução ou estética
🧡 Adaptação perfeita ao corpo da paciente
Fale com seu cirurgião sobre o Luna XT™ da GCA.
Especificações, medidas e volumess dos expansores de tecido com vávula remota RVTE (remote Valve Tissue Expander).
Disponíveis em diversos formatos e volumes. (Redondo, retangular, Cilindrico, semi lunar e outros)
Um curativo adesivo multicamadas de uso único, composto por fitas de silicone microperfuradas e uma cobertura (filme) de poliuretano, que garantem adesão uniforme, contração e compressão contínuas na incisão. Além ter ter filros contra raios UV. ser quase imperceptível e permitir que a paciente tome suas duchas sem preocupação. Tudo isso garante a satisfação das pacientes os melhores resultados estéticos na cicatrização.
Guia da paciente e termo de consentimento para mamoplastia de aumento.
No final desse arquivo há um modelo de te termo de consentimento livre e informado para acresentar a ficha da paciente depois de informar todos os benefícios, riscos e segurança do procedimento.
Ten-Year Safety Data for Eurosilicone’s Round and Anatomical Silicone Gel Breast Implants
Franck Duteille, MD; Pierre Perrot, MD; Marie-Hélène Bacheley, MSc; Erin Bell, BSc; and Sharon Stewart, PhD
Abstract: Although silicone breast implants have been available for over 60 years, their safety and efficacy continue to be assessed via long-term clinical and vigilance studies. Complications often associated with breast implant surgery include but are not limited to capsular contracture and rupture. Objective: The authors investigate and evaluate the safety and performance of Eurosilicone’s (Eurosilicone S.A.S, Apt Cedex, France) Cristalline Paragel breast implants at least 10 years postimplantation. Methods: Nine hundred and ninety-five of Eurosilicone’s textured mammary implants were implanted in 526 women undergoing primary (423 patients) and revision surgery (103 patients) at 17 centers throughout France. Complications were recorded at 3 months and annually thereafter for 10 years. Descriptive statistics were used and the Kaplan-Meier method was utilized to analyze key complications. Results: Seventy-four women (98 implants) experienced capsular contracture across all cohorts. The Kaplan-Meier 10-year cumulative risk of capsular contracture (Baker Grade III/IV) per implant was 11.5% in the primary augmentation cohort and 25.2% in the primary reconstruction cohort. Sixteen implant ruptures were observed by surgeon examination giving a Kaplan-Meier risk of 3.8% per patient and 3.5% per implant. Surgical re-intervention (explantation/exchange) was reported 80 times resulting in a Kaplan-Meier cumulative risk of 13.3% and 31.6% for primary augmentation and primary reconstruction, respectively, per patient. Local complication rates including infection and seroma were low with risk rates of 0.6% and 0.2% by subject. Conclusions: This multicenter clinical study demonstrates the long-term safety and efficacy profile through 10 years for Eurosilicone round and anatomical silicone gel breast implants.Level of evidence 3 (Therapeutic)
Macrotextured Breast Implants with Defined Steps to Minimize Bacterial Contamination around the Device: Experience in 42,000 Implants - William P. Adams, Jr., M.D
William P. Adams, Jr., M.D. Eric J. Culbertson, M.D. Anand K. Deva, F.R.A.C.S. Mark R. Magnusson, M.D. Craig Layt, F.R.A.C.S. (Plast) Mark L. Jewell, M.D. Patrick Mallucci, M.D., F.R.A.C.S. (Plast) Per Hedén, M.D.
Background: Bacteria/biofilm on breast implant surfaces has been implicated in capsular contracture and breast implant–associated anaplastic large-cell lymphoma (ALCL). Macrotextured breast implants have been shown to harbor more bacteria than smooth or microtextured implants. Recent reports also suggest that macrotextured implants are associated with a significantly higher incidence of breast implant–associated ALCL. Using techniques to reduce the number of bacteria around implants, specifically, the 14-point plan, has successfully minimized the occurrence of capsular contracture. The authors hypothesize that a similar effect may be seen in reducing the risk of breast implant–associated ALCL. Methods: Pooled data from eight plastic surgeons assessed the use of macrotextured breast implants (Biocell and polyurethane) and known cases of breast implant–associated ALCL. Surgeon adherence to the 14-point plan was also analyzed. Results: A total of 42,035 Biocell implants were placed in 21,650 patients; mean follow-up was 11.7 years (range, 1 to 14 years). A total of 704 polyurethane implants were used, with a mean follow-up of 8.0 years (range, 1 to 20 years). The overall capsular contracture rate was 2.2 percent. There were no cases of implant–associated ALCL. All surgeons routinely performed all 13 perioperative components of the 14-point plan; two surgeons do not routinely prescribe prophylaxis for subsequent unrelated procedures. Conclusions: Mounting evidence implicates the role of a sustained T-cell response to implant bacteria/biofilm in the development of breast implant–associated ALCL. Using the principles of the 14-point plan to minimize bacterial load at the time of surgery, the development and subsequent sequelae of capsular contracture and breast implant–associated ALCL may be reduced, especially with higher-risk macrotextured implants. (Plast. Reconstr. Surg. 140: 427, 2017.) CLINICAL QUESTION/LEVEL OF EVIDENCE: Therapeutic, IV.
O Croma Saypha Rich é uma solução viscoelástica injetável de ácido hialurônico (AH) não reticulado, ideal para hidratação profunda (skin booster), melhoria do tônus, elasticidade e preenchimento de rugas finas (pés de galinha, linhas de sorriso). Contém alto teor de AH e glicerol para rejuvenescimento e viço, sendo ideal para áreas faciais, pescoço e colo.
Principais Características e Benefícios:
Hidratação Profunda: Combate a perda de AH e hidrata intensamente a pele.
Rejuvenescimento (Skin Booster): Melhora a elasticidade, firmeza e o tônus.
Preenchimento Suave: Ideal para linhas finas e rugas superficiais.
Fórmula: Ácido hialurônico não reticulado de alto peso molecular (18 mg/mL) combinado com glicerol, que atua como agente hidratante.
Procedimento: Geralmente aplicado na derme superficial em 3 sessões com intervalos de 21 dias.
Segurança: Produto da Croma Pharma com alto padrão de segurança e pureza.
Indicações:
Pés de galinha, linhas de expressão, sulcos finos.
Revitalização da pele facial, pescoço e colo.
Melhoria da textura da pele e viço.
O produto é indicado para uso profissional em consultório, sendo considerado um preenchedor de alta tecnologia, biocompatível e seguro.
O Saypha Filler da Croma é um preenchedor de ácido hialurônico monofásico de alta qualidade, indicado para correção de rugas moderadas a graves, sulcos faciais e contorno/volume dos lábios. Utiliza tecnologia S.M.A.R.T. (baixa concentração de BDDE), oferecendo alto peso molecular, maior estabilidade, durabilidade e aplicação suave (baixa força de extrusão).
Principais Características e Benefícios:
Indicação: Rugas, sulcos, contorno e volume dos lábios.
Aplicação: Derme média a profunda.
Tecnologia: S.M.A.R.T. (acrónimo para Tecnologia Reticulada de Ácido Hialurônico Seguro), que reduz processos inflamatórios.
Versões: Disponível com e sem lidocaína (lido) para maior conforto.
Fabricante: Croma Pharma (Áustria).
Linha Saypha Croma (Contexto):
Saypha Filler: Preenchimento de rugas e lábios.
Saypha Volume: Volumização de áreas, olheiras e contorno facial.
Saypha Volume Plus: Estruturação profunda, rinomodelação.
Saypha Rich: Hidratação e rugas superficiais.
Este produto é um medicamento e seu uso é restrito a profissionais de saúde habilitados.
Saypha® Volume da Croma é um preenchedor dérmico de ácido hialurônico monofásico e reticulado, ideal para restaurar volumes faciais, remodelar contornos e corrigir rugas/sulcos profundos. Utiliza tecnologia S.M.A.R.T. para alta estabilidade, segurança e resultados naturais. Geralmente disponível em seringas de
.
Principais Características e Benefícios:
Indicação: Aumento de volume (bochechas, queixo), contorno facial e tratamento de sulcos marcados.
Aplicação: Derme profunda, subcutâneo ou supraperiósteo.
Tecnologia: Reticulação avançada (S.M.A.R.T.) que reduz o processo inflamatório e aumenta a durabilidade.
Composição: Ácido hialurônico de alta pureza, disponível com ou sem lidocaína (geralmente) para maior conforto durante a aplicação.
Resultados: Naturalidade, hidratação profunda e sustentação da pele.
O produto é de uso exclusivo por profissionais de saúde habilitados. A linha Saypha também inclui o Volume Plus para déficits volumétricos mais severos.
O Croma Saypha Volume Plus Lidocaína (1ml) é um preenchedor de ácido hialurônico de alta densidade da Croma Pharma, indicado para restaurar volumes faciais severos, definir contornos (como mandíbula e mento) e tratar lipoatrofia. Utiliza tecnologia S.M.A.R.T. para maior estabilidade e possui 0,3% de lidocaína para conforto na aplicação.
Principais características e indicações:
Aplicação: Ideal para áreas com deficiência de volume grave na face média, região zigomático-malar e região submalar, com injeção subcutânea profunda ou supraperiosteal.
Tecnologia: Ácido hialurônico reticulado com alta capacidade de volumização e coesividade.
Conforto: Contém 0,3% de lidocaína, reduzindo a dor durante o procedimento.
Segurança: Deve ser aplicado por profissionais de saúde habilitados.
Contraindicações: Não deve ser injetado na região periorbital (sulco lacrimal, pálpebras), glabela ou asa nasal.
Nota: É importante consultar um profissional de saúde para a aplicação, pois a venda é restrita e requer conhecimento técnico.